MEI passa a pagar R$ 81,05 por mês com novo salário mínimo

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Foto: Brenda Blossom - Adobe Stock

A partir de 2026, a contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) passou de R$ 75,90 para R$ 81,05. O reajuste acompanha a elevação do salário mínimo nacional, atualizado para R$ 1.621. O valor corresponde a 5% do piso salarial e impacta MEIs em todo o país.

A contribuição é paga por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional. O DAS reúne a parcela destinada à Previdência Social e os tributos específicos conforme a atividade exercida. O vencimento ocorre sempre no dia 20 de cada mês, sem mudanças no calendário.

O documento pode ser emitido pelo Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para sistemas iOS e Android. Com isso, o acesso ao pagamento permanece simplificado para os contribuintes.

Existem diferentes formas de quitação do valor mensal. O pagamento pode ser realizado por boleto bancário, PIX e débito automático. Além disso, algumas instituições financeiras disponibilizam outras modalidades, de acordo com suas regras.

O valor básico da contribuição pode ter acréscimos, conforme a atividade do microempreendedor. MEIs do comércio e da indústria, sujeitos ao ICMS, pagam R$ 1 adicional por mês. Já os prestadores de serviços, enquadrados no ISSQN, têm um acréscimo mensal de R$ 5.

Para quem exerce simultaneamente atividades de comércio e prestação de serviços, os dois impostos são cobrados. Nesse caso, o adicional total chega a R$ 6, somado automaticamente ao DAS.

O MEI é a forma mais simples de formalização para pequenos empreendedores. Ao se cadastrar, o profissional passa a ter um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ativo e regular, o que facilita a emissão de notas fiscais.

Além disso, o microempreendedor pode abrir conta bancária empresarial e acessar linhas de crédito com condições mais favoráveis. A formalização também garante contribuição para a aposentadoria e acesso a benefícios da seguridade social.

Para se enquadrar como MEI, o faturamento anual deve ser de até R$ 81 mil. No caso do transportador autônomo, o limite é maior, chegando a R$ 251,6 mil. Esses critérios seguem válidos em 2026.

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