Os eleitores voltam às urnas neste domingo (25) para escolher o próximo Presidente do país, e o dia da votação tem regras próprias para quem quer mostrar em quem vai votar. Levar o adesivo do candidato no peito ou uma bandeira na mão está liberado. O que a lei não permite é tentar convencer outras pessoas, o que pode ser considerado crime de boca de urna.
Cada eleitor pode demonstrar a sua preferência, desde que faça isso sozinho e em silêncio. Até o fim da votação, grupos de pessoas com roupas iguais ou carregando material de campanha não podem se reunir para fazer manifestação.
O que é boca de urna?
É qualquer tentativa de convencer alguém a votar em um candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição. Distribuir santinhos, pedir votos, organizar grupos para fazer campanha, promover comícios e carreatas e usar alto-falantes ou outros tipos de propaganda são exemplos do que está proibido.
Na internet, a proibição vale para os candidatos. Segundo a lei, eles não podem fazer novas postagens nem pagar para turbinar publicações no domingo. O que já estava publicado antes pode continuar no ar.
Quem for pego fazendo boca de urna pode ser condenado a até um ano de detenção, com pena mínima de seis meses, além de pagar multa. A Justiça pode trocar a detenção por serviços prestados à comunidade pelo mesmo período.
Para denunciar irregularidades, o eleitor pode usar o Pardal, aplicativo gratuito da Justiça Eleitoral. Pelo celular, é só informar onde o problema está acontecendo e, se quiser, enviar fotos, vídeos ou áudios. O aplicativo pode ser baixado no Google Play e na App Store.
Siga nosso Instagram: @revistaurbanova
Clique aqui e faça parte do nosso grupo de notícias no WhatsApp!
Sugestões de pauta:jornalismo@revistaurbanova.com.br
Comercial: comercial@revistaurbanova.com.br












