A transição que permitirá o uso do vale-refeição e do vale-alimentação em qualquer maquininha começou nesta segunda-feira (11).Nesta etapa, a principal alteração é a abertura do modelo de operação, que deixa de ficar concentrado em uma única empresa e passa a permitir a atuação de diferentes operadoras.
Entre as medidas já em vigor estão o limite de até 3,6% nas taxas cobradas de supermercados e restaurantes e a redução do prazo de repasse dos valores, que caiu de 30 para 15 dias.
A nova etapa faz parte de um processo que deve permitir, até novembro de 2026, que os cartões sejam aceitos em qualquer maquininha, independentemente da empresa emissora.
Hoje, uma única operadora costuma controlar todas as etapas do serviço, desde a emissão do cartão até o credenciamento dos estabelecimentos e o processamento dos pagamentos. Com a mudança, essas funções passam a ser divididas entre diferentes empresas.
A expectativa é que a abertura aumente a concorrência, amplie a rede de estabelecimentos que aceitam o benefício e reduza custos no sistema.
O cronograma de mudanças começou em fevereiro e deve ser concluído em novembro de 2026, quando a integração estará completa. A partir daí, o vale-refeição e o vale-alimentação devem funcionar de forma semelhante a um cartão bancário, podendo ser usados em qualquer maquininha habilitada.
Mesmo com as alterações, o benefício continua exclusivo para a compra de alimentos, não pode ser pago em dinheiro e não permite práticas como cashback ou vantagens indiretas para empresas.
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