Imagens feitas por drone em uma lagoa da Sabesp localizada atrás do PEV do Urbanova mostram a superfície da água tomada por vegetação. A divulgação das imagens levou moradores a questionarem as condições sanitárias do espaço, diante da possibilidade de proliferação de mosquitos e de riscos à saúde e ao meio ambiente.
Em nota, a Sabesp informou que a lagoa faz parte da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Urbanova, mas está desativada e não recebe esgoto sanitário. Segundo a companhia, a água acumulada vem principalmente das chuvas e de infiltrações naturais, e o volume é renovado continuamente.
A vegetação, de acordo com a empresa, é formada por macrófitas, plantas aquáticas típicas desse tipo de ambiente que, segundo a Sabesp, não representam risco à saúde pública. A companhia afirma ainda que as inspeções realizadas no local não apontaram risco ambiental nem “proliferação anormal”, e que a área segue sob monitoramento contínuo.
